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domingo, 5 de maio de 2013

MESA A BASE DE CONCRETO SE ROMPE E CAI EM CIMA DE CRIANÇA DE TRÊS ANOS DE IDADE NO CLUBE BANCREVEA DE SOBRADINHO.



No sábado 04/05, por volta de 12h, João Gabriel Carvalho Matta Silva, de três anos e sete meses de idade, sofreu um grave acidente após uma mesa de concreto se romper e cair em cima de suas pernas no Clube Bancrevea em Sobradinho. A criança que estava no clube com a sua avó, teve a perna quebrada e uma grave lesão no Femur da perna direita.

Segundo testemunhas a criança estava brincando e quando se apoiou na mesa de cimento ela rompeu, pois a base estava podre. A criança tombou e caiu por debaixo da mesa.

Após o acidente a avó ficou desesperada, gritando por socorro e o avô, um sargento do Corpo de Bombeiros Militar do DF, que estava por perto, correu, retirou a mesa que estava sobre a criança e a socorreu ao Hospital Regional de Sobradinho.

No hospital foi constatado que a criança sofreu uma grave lesão no Femur da coxa direita. Os médicos engessaram as duas pernas e liberaram a criança para casa.

Os pais preocupados com a gravidade das lesões resolveram levar a criança ao Hospital DAHER do Lago Sul, no qual possuem um convênio médico. Um especialista avaliou as lesões da criança e não aprovou o que tinha sido feito no HRS, então retirou o gesso das pernas do paciente e o internou para que uma cirurgia de realinhamento de Femur fosse realizada.

A criança teve que receber uma anestesia geral para ser realizado o procedimento médico.  Foi feito uma cirurgia para refazer o alinhamento do Femur com ajuda de um aparelho de Raio-X em tempo real. Após a cirurgia, as duas pernas foram engessadas para que os alinhamentos de ambas sejam idênticos.

A cirurgia foi considerada um sucesso pelos médicos e a criança foi liberada para o quarto por volta das 22h40 do sábado. Ela ficou em observação e na manhã deste domingo foi liberada para ir para sua residência.

Segundo o pai da criança o ocorrido foi em virtude de negligência. Ele acredita que poderia ter sido evitada se os responsáveis do clube tivessem realizado a manutenção nas dependências do estabelecimento. 

Apesar do ocorrido, o pai está mais tranquilo, pois o seu filho está ao seu lado, em casa. Agora serão quatro semanas com gesso, sem frequentar a escola e totalmente dependente de sua família, finaliza o pai.

Os responsáveis pelo clube prestaram apoio aos familiares, se colocaram a disposição para eventuais necessidades e estão cientes de suas responsabilidades para arcarem com os custos das necessidades médicas da criança.

Claudio Martins

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